
Mercado Livre (NASDAQ: MELI), empresa líder em e-commerce e serviços financeiros na América Latina, anunciou hoje seus resultados financeiros do segundo trimestre de 2025, registrando mais um período com crescimento de dois dígitos e receita de US$6,8 bilhões – um aumento de 34% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Tanto Commerce quanto Fintech mantiveram o forte ritmo e taxas de crescimento.
O lucro operacional atingiu o recorde trimestral de US$825 milhões, um aumento de 14% ano a ano. Esse crescimento veio acompanhado de investimentos estratégicos importantes na oferta de cartão de crédito – com o objetivo de criar principalidade entre os usuários – e da expansão da proposta de frete grátis no Brasil, que visa tornar a compra online mais acessível para todos os brasileiros, acelerar a migração do varejo offline para o online e aumentar a frequência de compras na plataforma. Essas iniciativas, juntamente com uma gestão disciplinada de custos, levaram a um lucro líquido de US$523 milhões no trimestre.
O desempenho do segmento de Commerce do Mercado Livre seguiu superando o do mercado em geral, com investimentos contínuos em frete grátis, experiência do usuário e sortimento, contribuindo para um crescimento excepcional no Brasil, na Argentina e no México.
Em junho, no Brasil, a nova oferta de frete grátis aumentou o número de itens vendidos em 34% em relação ao mesmo período do ano anterior, e levou a um aumento de 29% do volume de vendas brutas, (GMV) FXN (neutralizando o efeito da variação cambial), do segundo trimestre na comparação com o ano anterior, aumentando o market share ano a ano da empresa. O GMV FXN no Brasil cresceu ao redor de 30% ano a ano por oito trimestres consecutivos, o que é uma prova do ritmo acelerado da nossa operação no país.
Na Argentina, pelo segundo trimestre consecutivo, o crescimento do número de compradores únicos foi superior a 30%, e o número de itens vendidos aumentou 46% na comparação anual, contribuindo para a elevação de 75% do GMV FXN. Isso evidencia a atratividade da proposta de valor do Mercado Livre em relação ao varejo físico no país, com a estabilização da economia, o retorno da confiança e o fortalecimento do consumo.
O México também teve um excelente desempenho, com crescimento de 36% no número de itens vendidos em relação ao mesmo período do ano anterior – o ritmo mais rápido em quase dois anos –, acelerando o crescimento do GMV FXN em 32% na comparação anual. Esse crescimento foi alavancado pela aceleração do comércio internacional e pela maior penetração do fulfillment.
A rede de fulfillment do Mercado Livre processou 57% das entregas na América Latina neste trimestre, e mais de 75% no México. Os mais de 30 centros de distribuição fulfillment permitem que a empresa opere as entregas mais rápidas da região, resultando em níveis recordes de entregas no mesmo dia na Argentina e a um aumento de entregas no mesmo dia e no dia seguinte no México no 2º tri de 2025.
A integração do Mercado Ads com o Google Ad Manager foi lançada em abril. Isso expande nosso alcance além do Mercado Livre e permite que os anunciantes gerenciem campanhas de maneira integrada e simultânea dentro e fora do nosso ecossistema. Na prática, eles podem aproveitar os dados primários, que também provêm a atribuição para campanhas de branding, que são capacidades exclusivas e fundamentais para a visão da empresa como um importante player de mídia na América Latina. No segundo trimestre de 2025, a receita de publicidade cresceu 38% em dólares e 59% FXN em relação ao mesmo período do ano anterior, com os produtos de Display e Vídeo quase duplicando no mesmo comparativo anual.
O Mercado Pago, banco digital do Mercado Livre, chegou a quase 68 milhões de usuários ativos mensais (+30% ano a ano), com um aumento no número médio de produtos por usuário no Brasil, México e Argentina.
Rendimentos atrativos em depósitos impulsionaram um crescimento recorde nos ativos sob gestão, que duplicaram na comparação anual e alcançaram a marca de US$13,8 bilhões.
A carteira de crédito cresceu 91% ano a ano, chegando a US$9,3 bilhões, liderada por um aumento de 118% na carteira de cartões de crédito, que por sua vez alcançou US$4 bilhões, com a qualidade dos ativos e a lucratividade cada vez melhores.
O volume total de pagamentos de adquirência cresceu e chegou a US$44,4 bilhões, resultando em ganhos de share nos principais países onde opera.
"O Mercado Livre teve mais um trimestre forte, com um aumento de 34% na receita em relação ao ano anterior e um recorde de US$825 milhões no lucro operacional. Nossos investimentos disciplinados e a execução consistente continuam a fortalecer nossa liderança nos setores do e-commerce, fintech e publicidade digital em toda a América Latina. Os destaques deste trimestre incluíram a expansão de nosso programa de frete grátis no Brasil, campanhas de marketing de alto impacto para o Mercado Pago e a integração com o Google Ad Manager para ampliar nosso alcance entre os anunciantes”, disse o Chief Financial Officer do Mercado Livre, Martin de los Santos.
"O Mercado Livre teve mais um trimestre forte, com um aumento de 34% na receita em relação ao ano anterior e um recorde de US$825 milhões no lucro operacional."
Martin de los Santos
Chief Financial Officer do Mercado Livre
Em julho, a S&P Global elevou a classificação do Mercado Livre ao grau de investimento BBB-, após a Fitch ter feito o mesmo movimento no ano passado. Esses upgrades comprovam a força operacional e a gestão financeira prudente. Em maio, o Mercado Livre anunciou que seu fundador e atual CEO, Marcos Galperin, assumirá o cargo de presidente executivo do Conselho e que Ariel Szarfsztejn se tornará CEO em 1º de janeiro de 2026. Essa transição planejada garante a continuidade da liderança e reforça nossa visão estratégica de longo prazo.
Destaques do Q2 2025
Financeiros:
- Receita líquida de US$6,8 bilhões, aumento de 34% em dólares na comparação ano a ano.
- O lucro operacional foi de US$825 milhões, com margem de 12,2%.
- Lucro líquido de US$523 milhões, com margem de 7,7%.
- A S&P elevou a classificação do Mercado Livre para grau de investimento BBB-.
Commerce:
- A receita líquida do segmento de Commerce no segundo trimestre alcançou US$3,8 bilhões, com crescimento de 16,3% em dólares na comparação anual e 45% FXN na mesma base comparativa.
- O volume de vendas brutas (GMV), que é o valor total de mercadorias vendidas na nossa plataforma, chegou a US$15,3 bilhões, aumento de 21% em dólares na comparação ano a ano e 37% FXN no mesmo período.
- O número de compradores únicos na região aumentou 25% ano a ano, chegando a 70,8 milhões.
- O número de itens vendidos aumentou 31% neste trimestre, alcançando 550,1 milhões de unidades. Quase 52% das entregas foram feitas no mesmo dia e no dia seguinte, um crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior, mesmo com o aumento da penetração de slow shipping.
- No Brasil, o número de itens vendidos cresceu 26% no comparativo anual, e o GMV FXN aumentou 29% no mesmo período.
- No México, o número de itens vendidos aumentou 36% em relação ao mesmo período do ano anterior, com um crescimento de 32% do GMV FXN ano a ano.
- Na Argentina, o número de itens vendidos cresceu 46% ano a ano e o GMV FXN aumentou 75% no mesmo comparativo.
- A receita de publicidade do Mercado Ads aumentou 38% ano a ano em dólares.
Fintech:
- A receita líquida do Mercado Pago no 2º tri foi de US$3 bilhões, um aumento de 12% em dólares em relação ao mesmo período do ano anterior e de 63% FXN no mesmo comparativo.
- O volume total de pagamentos (TPV) atingiu US$64,6 bilhões, um aumento de 39,4% ano a ano, em dólares.
- O número de usuários ativos mensais do Mercado Pago atingiu quase 68 milhões, um aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano anterior.
- Os ativos sob gestão mais do que duplicaram, +109% ano a ano, chegando a US$13,8 bilhões.
- A carteira de crédito cresceu 91% ano a ano, para US$9,3 bilhões.
- A carteira de cartões de crédito aumentou 118% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo US$4 bilhões, e agora representa 43% da carteira de crédito.
- O TPV de adquirência, que representa todos os pagamentos processados e liquidados via Mercado Pago, tanto no marketplace quanto fora dele (dispositivos mPOS - máquinas de cartão-, pagamentos online e QR codes), cresceu 31% em comparação com o mesmo período do ano anterior, em dólares, alcançando US$44,4 bilhões.